Eduardo Féres
eduardo@poppycorn.com.br
 
Bate-pronto
Apelido: Du, Dudu e Edu
Fruta: Apple.... Macintosh
Hobby: Cinema, livros e HQs, música, video-game, esportes
Não gosto: Pessoas prepotentes e livros de auto-ajuda
Mania: Ler revistas da última matéria para a primeira
 
Eduardo “Sawaya” Féres é brasileiro, apesar do sobrenome turco... (“É libanês!!”) embora acredita ser um “anglo-saxão”. Duda, como é mais conhecido, se considera um cara brincalhão, sempre de bom humor (exceto naqueles dias em que fica bicudo) e extremamente pacífico, a ponto de assuntar a todos quando aumenta o tom de voz. Às vezes, seus amigos do curso de Ciência da Computação de Juiz de Fora confundem seu pacifismo e bom humor e pensam que ele fumou altas doses de maconha e seus subprodutos ou que teria sido abduzido por extraterrestres que o confundiram com Fox Mulder.
Mas, CUIDADO!!! Embora esse sagitariano que detesta aventura possa parecer pacífico, uma única coisa é abominável para ele. Um chegado seu (um tal de Renato Manfredini), sem ser avisado, assustou-se ao deparar com a tal abominação, e resolveu fazer uma canção para avisar ao mundo para não tocar neste ponto fraco: Batizou a canção de Sereníssima e escreveu: “Tente me obrigar a fazer o que não quero / E você vai logo ver o que acontece ”. E eis que foi dado o recado...
Nascido em Muriaé, interior de Minas Gerais, aos cinco dias de idade presenciou, incrédulo, à morte de John Lennon e, exatamente aos 12 meses e 10 dias de idade, deliciou-se e soltou fogos de artifícios ao ver seu time de coração derrubar os britânicos de Liverpool. Não, não não... ele não é um gênio superdotado, mas um cara normal em dias anormais. Criado durante toda sua infância rodeado pela contracultura da década de 80, jogava videogame Nintendinho, assistia a ThunderCats e Transformers (“Xuxa NÃO!!!”), ouvia Rock Brasil e lia gibis Marvel, Turma da Mônica ou qualquer outra coisa que tivesse letras.
Amante da boa música e do rock n’roll, seu batismo de fogo deu-se com os Engenheiros do Hawaii e, perfeccionista como ele só, na constante busca pela evolução, passou a escutar as influências dos Engenheiros, chegando assim aos dinossauros da década de 60 e 70 como Yardbirds, Yes, Genesis, Rush, Led Zeppelin e Deep Purple, além do metal melódico dos atuais Angra, Shaman e Iron Maiden, “embora nada atualmente é melhor que os Dinos do Rock”. Curte pop-rock, MPB e tudo que não é funk, axé e “falsos pagodeiros”, além de tocar bastante as músicas nunca gravadas de sua antiga Banda Ong, da qual era baixista.
Sempre distraído (“estava viajando em mundos medievais”), às vezes deseja ter poderes de escalar paredes como um certo Aracnídeo, transportar-se como um conhecido Noturno ou mesmo viver na Terra-Média, nas aventuras arturianas, e até na Grécia Antiga e dos Deuses do Olimpo.
Por causa destas viagens transcendentais, é louco por quadrinhos, animações (“se mexer e é desenho, é animação!!”), efeitos especiais, desenhos animados, anime e mangá.
Atualmente, recém formado em Computação pela UFJF, corre atrás de um emprego nesta mesma cidade, para continuar ao lado de sua amada e futura médica.
Como colunista, pretende buscar junto com os demais pippoqueiros o verdadeiro objetivo do Poppycorn (“Vamos conquistar o mundo, Pink!!!”). E, em seguida, a Via láctea, algumas ‘Vias’ de acessos restritos e outras ‘Lácteas’ gordas e produtivas, “com a exceção da Parmalat, que já faliu”.
 
 
 
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